Colombianas mortas em queda de helicóptero eram avó, mãe e filha
O Sistema Alerta Rio confirmou que as três colombianas mortas na queda de um helicóptero no Rio eram avó, mãe e filha. O piloto também não resistiu. Voo era na modalidade 'doors off'.
O Sistema Alerta Rio confirmou que as três colombianas mortas na queda de um helicóptero no Rio eram avó, mãe e filha. O piloto também não resistiu. Voo era na modalidade 'doors off'.
Queda de helicóptero no Rio: vítimas eram avó, mãe e filha colombianas
Uma informação confirmada pelo Sistema Alerta Rio, em nota divulgada no Instagram, trouxe mais detalhes sobre a tragédia que chocou quem acompanha o noticiário. As três turistas colombianas que morreram na queda de um helicóptero no Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (8), eram avó, mãe e filha. O piloto da aeronave também não resistiu aos ferimentos. O ponto da queda fica em uma área de mata íngreme, de difícil acesso.
As vítimas faziam um passeio panorâmico na modalidade "doors off", em que o helicóptero voa sem as portas. A queda ocorreu em área de mata fechada.
O que se sabe sobre o passeio e a empresa contratada
O passeio foi contratado com a empresa Voos Rio Panorâmico (VRP). Segundo o comprovante de pagamento, as turistas desembolsaram R$ 2.550 pelo voo. A duração aproximada seria de 20 minutos e incluía o sobrevoo de pontos turísticos da cidade, entre eles a Floresta da Tijuca, a região onde ocorreu a queda.
A empresa oferece diferentes opções de voos panorâmicos pelo Rio de Janeiro, incluindo passeios que podem chegar a uma hora de duração e custar mais de R$ 1,3 mil por pessoa.
Detalhes da aeronave e próximos passos
O helicóptero, modelo Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu em área de mata fechada e de difícil acesso. As circunstâncias e as causas da queda serão investigadas.
Quem acompanha o setor de turismo e voos panorâmicos sabe que a modalidade "doors off" é procurada por quem busca uma experiência mais imersiva, com vista livre para as paisagens. No entanto, a operação exige protocolos rígidos de segurança, especialmente em regiões de relevo acidentado como a Floresta da Tijuca. A vegetação densa e o terreno íngreme dificultam tanto o voo em baixa altitude quanto o trabalho de resgate e investigação.
A confirmação de que as vítimas eram da mesma família, em três gerações, adiciona uma camada de comoção ao caso. Um passeio que deveria ser uma lembrança inesquecível da cidade terminou em tragédia.
A empresa Voos Rio Panorâmico (VRP) agora deve responder a questionamentos sobre as condições do voo, a manutenção da aeronave e o cumprimento das normas de segurança. A investigação, que será conduzida pelas autoridades competentes, deve esclarecer os fatores que levaram à queda. Até lá, permanece a comoção pelas vítimas e a expectativa por respostas.
Perguntas Frequentes
Quem eram as vítimas da queda do helicóptero no Rio?
As três turistas colombianas eram avó, mãe e filha. O piloto da aeronave também morreu no acidente.
O que é um voo na modalidade "doors off"?
É um passeio panorâmico em que o helicóptero voa sem as portas, proporcionando uma vista mais ampla e imersiva para os passageiros.
Qual empresa era responsável pelo passeio?
O passeio foi contratado com a empresa Voos Rio Panorâmico (VRP). As turistas pagaram R$ 2.550 pelo voo, conforme comprovante de pagamento.
Onde o helicóptero caiu?
A queda ocorreu em uma área de mata íngreme e de difícil acesso, na região da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Quais são as causas da queda?
As circunstâncias e as causas da queda ainda serão investigadas pelas autoridades competentes.
Nina Vega
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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